ENEM 2024 · questão 84 · caderno azul
TEXTO I
O bufarinheiro, conhecido nas cidades por teque-teque, chama-se, nos recônditos da Amazônia, “regatão”. Em lugar de transportar nas costas o mundo de miudezas, transporta-o no bojo de uma gaiola que desloca duas, três, quatro toneladas, divididas em seções de secos e molhados e é movido por remo de faia. Cortando comunidades e matas da Amazônia por rios, dentro dessas gaiolas, riscadas de prateleiras, encontram-se os artigos mais díspares, que vão da agulha à espingarda, do lenço ao cobertor, da chita à escova de dentes.
TEXTO II
No século XIX, o comércio dos regatões era feito, então, com base em relações tecidas com quilombolas, pequenos produtores, comerciantes locais e indígenas, constituindo relação comercial alternativa ao abastecimento da população. índios e regatões na Amazônia (século XIX). Rev. Hist., Como parte do patrimônio cultural da Amazônia, o regatão foi fundamental, no século XIX, para a
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Gabarito: D
construção de redes de sociabilidade no interior brasileiro.Por que é D
O regatão cruzava rios levando mercadorias e tecia relações com quilombolas, indígenas e produtores locais: construía redes de sociabilidade no interior.Pegadinhas comuns
- Marcar B (postos de trabalho nos seringais): o regatão era comércio ambulante alternativo, não empregador de seringais.
Assunto
Brasil: Império e República
Tema: História do Brasil
Competência de área 1 · habilidade H5: Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades.